A meta de Cauly está próxima de ser batida caso o São Paulo o escale por mais 5 partidas em que ele dispute mais de 45 minutos. O diretor do Bahia não acredita que ele bata essa meta, mesmo o São Paulo tendo pelo menos mais 13 jogos pela frente.
“Acho que vai ser difícil ele bater a meta, mesmo ainda sendo possível matematicamente”, disse Cadu, diretor do Bahia. “A gente tem como parte do trabalho de scout acompanhar todos os atletas emprestados e gerar relatórios sobre eles. Cauly é um jogador que a gente vem acompanhando, assim como os outros. Se ele não bater a meta, se reapresenta aqui na próxima temporada e aí vamos debater o que vai acontecer com ele”, finalizou.
Cauly teve suas chances e não mostrou nada ao torcedor. O meia que a torcida esperava até hoje não deu certo e não vai dar, mostrou suas limitações e a tendência é que em 2027 volte ao Bahia. Por outro lado, Cotia como sempre aparece, mostrando à diretoria que se recusa a entender que a base é a salvação financeira e esportiva do clube, que vive um de seus piores momentos da história. Djhordney não é um meia, mas é o que precisamos: jogador, sem custo, salário baixo e muita vontade de jogar futebol.
Precisamos de mais Gustavo Santana, Osório, Djhordney, Pedro Ferreira, Tetê e Ryan em campo. Fazer o que Cauly, André Silva, Victor Sá e Ferreirinha fazem, a garotada faz e até melhor. Todos eles ganhando quase um milhão por mês, enquanto a base entrega o mesmo ou mais. A mudança divide a torcida, mas o São Paulo Futebol Clube precisa disso.
Por Sou Tricolor
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