Lucas Moura: de não jogar mais em 2026 à salvação do ano

O São Paulo precisa de alguém que faça o time jogar, e o Lucas está de volta

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Foto: Marcello Zambrana/AGIF

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Quando o Lucas Moura rompeu o tendão de Aquiles contra o Bahia, em 3 de maio, muita gente já deu 2026 como perdido pra ele. A previsão era voltar só em 2027.

Só que o Lucas não é qualquer jogador. No dia seguinte à lesão ele já tinha traçado a meta: voltar ainda esse ano. E cumpriu. Treinou com o grupo em 25 de setembro e volta a ser relacionado hoje, com 160 dias de recuperação. A média pra esse tipo de lesão é de 274 dias.

Não foi sorte. Foram três períodos de treino por dia, academia, alimentação, sono e fisioterapia na risca. Nas palavras dele: “ninguém pulou etapa”.

E a volta não podia vir em hora melhor. O São Paulo está em 11º, com 36 pontos, vem de duas derrotas seguidas e ainda tem nove jogos decisivos pela frente. Falta criatividade, falta quem segure a bola e faça o time jogar. É exatamente isso que o Lucas faz. Antes de se machucar, foram 17 jogos, 3 gols e 1 assistência.

Dorival disse que ele será “um fator importante”, e eu concordo. Em fase ruim, um jogador da casa, que sabe o peso da camisa, vale muito. Os minutos devem ser controlados, uns 30 contra o Vitória, mas contra um time que nunca ganhou do São Paulo no Morumbi (18 vitórias e 3 empates em 21 jogos), meia hora do Lucas pode fazer diferença.

Pra quem não ia mais jogar em 2026, ele pode virar o cara da reta final.

por SOU TRICOLOR

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