A diretoria do São Paulo conseguiu uma vitória gigante nos bastidores do Morumbis. O Conselho Deliberativo aprovou o contrato de cinco anos com a Ticketmaster, que assume a venda de ingressos e o programa sócio-torcedor. O negócio foi fechado por 184 votos a 44, mas só passou depois que os conselheiros peitaram a empresa e exigiram derrubar a multa de rescisão de R$ 25 milhões para R$ 14 milhões.
O grande atrativo da parceria é uma antecipação total de R$ 140 milhões. Desse bolo, R$ 30 milhões entram limpos pela gestão de um camarote, e os outros R$ 110 milhões chegam como um empréstimo que o clube vai pagando aos poucos com a bilheteria dos jogos. O dinheiro caiu do céu na hora certa: a gestão do presidente Harry Massis Júnior vinha sofrendo uma pressão bizarra, enfrentando atrasos nos direitos de imagem do elenco e até nos salários em carteira dos jogadores.
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