Mano coloca França, ex-São Paulo, à frente de alguns atacantes da atualidade

No programa “Domingol” da CNN, no último domingo (30), o comentarista Mano afirmou com firmeza que o ex-jogador do São Paulo, França, é superior em relação a vários atacantes brasileiros da atualidade.
— Ele jogou no momento errado na carreira. Hoje, se o França estivesse atuando aí, ele é mais jogador que Gabriel Jesus, Richarlison e Pedro, que são os caras que estão sendo convocados para a seleção brasileira. — começou o comentarista da CNN.
Benja, o apresentador do programa, questionou sobre Gabigol, e o comentarista não hesitou em sua resposta:
— Muito mais (jogador que o camisa 10 do Flamengo). Ele não sai na foto. Tem o Vitor Roque que talvez vai ser o futuro do Brasil. Mas se o França tivesse que competir com Pedro, Richarlison e Gabriel Jesus, ele pra mim seria titular absoluto.
O ídolo do São Paulo também opinou.
Confira a opinião do França:
— Na parte técnica, sim (fui melhor). Mas são jogadores monstros, o próprio Gabigol fez gol em final de Libertadores. Realmente na parte técnica eu vou me escolher.
Durante o programa, o ex-jogador do São Paulo, França, foi questionado porque nunca voltou ao São Paulo, e suas respostas foram as seguintes:
— É uma coisa que nem eu vou saber responder, mas posso explicar o porquê. Na época, o Vagner Ribeiro era o meu empresário. Eu pertencia ao Nacional de Manaus (Amazonas) e fui emprestado ao 15 de Jaú, no interior de São Paulo.
— O 15 de Jaú tinha uma dívida com o Vagner Ribeiro e acabou colocando 5 jogadores como garantia, eu estava nesse pacote e acabei pertencendo ao Vagner Ribeiro. Então, ele administrou minha carreira nos próximos anos. Quando cheguei no São Paulo em 96 e quando fui para a Alemanha.
São Paulo tentou contato?
— Eu tenho a impressão de que o São Paulo contatou ele (Vagner Ribeiro), e ele respondeu por mim, sem falar comigo, isso é uma hipótese. Mas o São Paulo em si nunca me ligou, nenhum diretor do São Paulo, nunca teve essa ligação.

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— Se não me engano, em 2007, ele estava formando aquele timaço, e ele ligou para mim e disse que contava comigo. Eu tinha uma ligação muito forte, um amor muito forte pelo São Paulo e não voltaria para jogar em outro clube.