Empresa adquiriu o Bahia recentemente por algo em torno de 1 bilhão de reais

Na manhã desta quinta-feira (13), o UOL Esporte divulgou que antes de fechar com o Bahia, o São Paulo chegou a ser olhado com mais atenção e teve encontros com o Grupo City, mas foi descartado por alguns motivos, como a parte econômica (valor da compra, dívida, folha salarial) e a resistência do clube para virar SAF.
“Texto que fiz com a parceria do @thiagobraga2 sobre como foi a análise do Grupo City no Brasil antes de definir pela compra do Bahia. Eles olharam vários times. O São Paulo passou dessa peneira inicial, mas depois caiu por motivos que coloquei no texto (…) O Atlético-MG, por exemplo, nunca foi cogitado apesar de ter sinalizado que tinha interesse em fazer o negócio”, afirmou o jornalista Danilo Lavieri.
“O SPFC mantém uma excelente relação com o Grupo City. Há uma relação entre o presidente do Clube, Julio Casares, e o CEO do Grupo, Ferran Soriano, mas jamais foi discutida a possibilidade de SAF”, iniciou o comunicado do Clube horas depois da matéria do site.
“As conversas entre os dirigentes seguem e novas oportunidades de negócios e ações podem surgir, como foram os casos de Bustos e Ferraresi”, concluiu a fala, assinada pelo atual presidente Júlio Casares, que tem bons contatos com o Grupo City.
BOLAVIP