Jornalista falou sobre os rumores em torno da chegada de um novo ativo no Tricolor que o ajudaria a bancar as contratações

A demora do São Paulo em anunciar o nome do seu mais novo investidor tem causado impaciência na torcida tricolor. Mais de uma semana depois da data da suposta confirmação, a diretoria do clube ainda não se pronunciou em definitivo sobre o caso e, com isso, abre espaço para especulações.
O assunto foi debatido pelo jornalista Jorge Nicola em seu canal no YouTube, nesta quarta-feira (27). Em sua fala, ele comentou sobre a chegada do meia argentino Giuliano Galoppo, e questionou o modelo que será adotado no pagamento do novo reforço. As dívidas referentes aos direitos de imagem também foram lembradas pelo comentarista.
O atleta teve a sua contratação oficializada na noite de ontem (26) e já teve o seu nome registrado no BID (Boletim Informativo Diário). Com isso, o técnico Rogério Ceni já poderá contar com o jogador na partida contra o América-MG, pela ida das quartas de final da Copa do Brasil amanhã (28), no Morumbi.
Segundo as fontes de Nicola, o São Paulo teria desembolsado os 4 milhões de dólares (R$ 21,2 milhões) pela transferência, à vista, para o Banfield (ARG). A forma de pagamento, no entanto, é tratada com sigilo entre as partes e é mantida como um mistério no contrato assinado nesta semana.
Como São Paulo vai pagar Galoppo?
Inicialmente, se especulava a chegada de um investidor que ajudaria o clube a honrar os seus compromissos. A data inicial para o anúncio do nome, teoricamente, foi a segunda-feira da semana passada, no dia 18, só que nada foi revelado. A demora para a confirmação foi comentada pelo jornalista.
“O São Paulo deixou vazar que a SPFC Play será a patrocinadora da contratação do Galoppo. Não faz nenhum sentido (…) como é que o São Paulo vai patrocinar o próprio São Paulo? (…) A impressão que eu tenho é de que o São Paulo não conseguiu encontrar investidor nenhum e acabou criando essa história do SPFC Play.”
Nicola lembrou ainda dos débitos que tem com alguns atletas referentes ao pagamento de direitos de imagens desde 2020. “A ideia da quitação da dívida fosse feita até o mês de julho. O São Paulo se enrolou com o pagamento da dívida e estendeu esse pagamento até dezembro, o que causou algum incômodo entre os atletas”.
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