Rafinha consede entrevista coletiva no São Paulo
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Confira abaixo as perguntas e respostas do lateral-direito:
Qualidades do São Bernardo
Eu prefiro falar da gente, a gente sabe da qualidade do São Bernardo, mas pensamos em nosso trabalho, o que fizemos até agora. Jogamos em casa, temos uma equipe melhor a cada jogo, estamos preparados e tenho certeza que o Rogério vai nos preparar muito bem para essa classificação.Há 32 minutos
Relação com jovens da lateral direita
Eu gosto de estar sempre dando uns toques, é importante. Tenho mais de 15 anos de carreira, eles estão começando agora. São Paulo está servido de bons laterais. Por ter passado muito tempo fora do Brasil, a gente conhece os atalhos. Com os meninos do meu lado, procuro dar informação, eles têm potencial muito grande. Estou aqui não só pra jogar, mas pra encorajá-los quando eles têm alguma dificuldade.
Sobre ser falante
É uma virtude que tenho, na Alemanha sempre fui elogiado. Jogador, quando começa a partida, ele motiva de uma forma.
Rafinha: "Eu tenho sempre a mesma vontade, mesmo entusiasmo de motivar os jogadores. Não fico fazendo média com ninguém."
— Sou Tricolor 🇾🇪 (@sitesoutricolor) March 21, 2022
Temos um verdadeiro líder! 👊 pic.twitter.com/5KL4rhXFyo
Gosto de estar sempre motivando, falando, conversando, tem que se dedicar ao máximo. Melhor falar mais do que deve, mas sempre do lado positivo.
Sobre ser homem de confiança de Ceni
Importante, faz parte do meu caráter, da minha competitividade. O mais importante é sempre o próximo jogo. Independente de jogar ou não, estou sempre preparado, me dedico 100% nos treinamentos, isso contagia. Quando tem um jogador como eu, caminhando pro final da carreira, e sempre treinando, sempre com a mesma vontade, sempre me entregando nos jogos, tenho certeza que o olhar dos jovens… isso aí contagia. Fico feliz que eu sempre deixei claro que sou muito competitivo e, enquanto as pernas estirem me obedecendo, quero dar sempre 100%.
Sucesso no começo da passagem
Sempre fui um jogador muito comunicativo. Gosto de deixar o ambiente mais tranquilo, essa mescla entre jovens e experientes, isso fortalece o grupo. Claro, minha obrigação é dentro do campo, de desempenhar o meu melhor, mas quando não jogo tem que estar preparado pra ajudar quem está entrando. Tem que passar energia boa, num grupo de 30 pessoas é normal um estar mais chateado, outro não joga. Sempre gosto de conversar, motivar. A gente joga num grande clube, todos têm que estar felizes. Essa ligação é importante, a gente tá aqui pra ajudar, por ser mais experiente, procuro dar contribuição fora do gramado.
Diferença entre as equipes
Não vou dizer só os grandes, os outros times também estão vindo muito forte. Para mim até é uma novidade, o Paulista é muito nivelado, com grandes equipes. Isso mostra que o nível é difícil. As equipes classificadas para as quartas todas têm condição de chegar à final.
Falta ser constante ao São Paulo?
Faz parte também de vários quesitos da nossa equipe que tá criando corpo. O coletivo deixa o time forte, todo mundo o peso que tem a camisa do São Paulo. O São Paulo tem tradição em decisões. É um ponto positivo que outros treinadores elogiem nossa equipe, perdemos (para o Palmeiras), mas fizemos um grande jogo contra o Abel. Estamos nessa crescente, é importante fazer nosso trabalho. Temos que ficar com o pé no chão, vamos melhorar muito ainda.
Evolução durante o Paulista
Nós não arrancamos muito bem, mas a gente sabia que tivemos problemas devido ao Covid, muitos jogadores, fora. O trabalho do Rogério é bem feito, se tem um ponto a destacar é nosso coletivo. Nosso grupo tá melhorando a cada jogo, o mais importante é o coletivo. Todos estão tendo oportunidade de jogar. Não cai o nível, todos dão conta do recado. Deixa o coletivo bom, se mudar duas ou quatro peças no jogo, não vai fazer diferença no jogo.
Quem é o favorito?
O Palmeiras é um time que joga há algum tempo junto, todos sabem do entrosamento que eles têm. Mas nessa fase não convém apontar um favorito. Nosso foco é o São Bernardo, que é uma decisão para gente. Temos que encarar com toda a seriedade do mundo, mas jogamos em casa. Temos que entrar com tudo. Agora é mata-mata, não tem esse favoritismo. A gente sabe dos times maiores, que jogam há mais tempo. Mas nosso pensamento é o São Bernardo, contra eles temos que impor nosso ritmo.
Sobre ser campeão paulista
Legal estar voltando a participar de uma coletiva com os repórteres presente, infelizmente tivemos a pandemia. Sei da responsabilidade de disputar, principalmente o Paulista, o principal do Brasil. Muito difícil, defendendo o São Paulo, atual campeão. Nos classificamos bem, a responsabilidade é grande. Tenho noção do tamanho desse campeonato, e estamos preparados. É um título que vai contar muito, pra mim, que não tenho.
1 Comentário
Grande jogador e multi campeão também,esse honra a camisa que joga,e não é batuqueiro