Um dos principais nomes do Tricolor não perdeu a oportunidade de provocar o rival; Galoppo critica o gramado do Palmeiras

A temporada atual tem sido altamente positiva para o São Paulo, marcando uma mudança significativa em relação aos anos anteriores, quando o clube enfrentava uma crise aparentemente interminável no Morumbi. Em 2023, além de conquistar a Copa do Brasil, o clube eliminou o próprio Palmeiras, Corinthians e Flamengo.
Ademais, outros eventos durante a temporada contribuíram para a alegria dos torcedores são-paulinos. As dificuldades enfrentadas pelos rivais, especialmente quando enfrentam eliminações, vexames ou derrotas surpreendentes, trazem satisfação frequente aos são-paulinos.
Corinthians, por exemplo, terminou mais um ano sem títulos, o Palmeiras, liderado por Abel Ferreira e considerado favorito em muitos aspectos, também sofreu uma reviravolta. Na semifinal da Libertadores, após empates por 0 a 0 na La Bombonera e 1 a 1 no Allianz Parque, o Palmeiras foi eliminado nos pênaltis pelo Boca Juniors.
Após a última cobrança de pênalti, Caio Paulista, lateral-esquerdo do Tricolor, gerou grande repercussão nas redes sociais ao postar uma foto com uma taça de vinho e a legenda “vou dormir triste hoje”. É importante ressaltar que o atleta conquistou a admiração dos torcedores devido às suas excelentes atuações.

Galoppo não perdoa e critica gramado do Palmeiras
Nesta última quinta-feira (5), Galoppo ganhou destaque nas manchetes do jornal Olé, renomado na Argentina, ao expressar sua opinião sobre o gramado sintético do Allianz Parque. Ele não só se mostrou desfavorável em relação a ele, como também criticou a qualidade do campo do Palmeiras.
“Não sou favorável às equipas da primeira divisão terem sintéticos, porque faz a diferença a favor do time local. Além disso, o sintético do Palmeiras está muito desgastado, e a bola passa muito rápido. Parece um daqueles sintéticos que você tem quando vai jogar futebol de 5”, criticou o meia.
“Dá para perceber a diferença nos passes, que têm que ser curtos, porque a bola não para. No controle, porque se você for controlar, qualquer coisa a bola escapa de você. A diferença é que eles (Palmeiras) estão mais acostumados a jogar todos os jogos lá”, completou o jogador do Tricolor.